e me deixa assim... sem querer nada a não ser te amar
blé.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Eu queria...
Eu queria ser boa em Matemática. Queria dominar os números, olhar logaritmos, cilindros, módulo, fórmulas e transformar um problema aparentemente impossível num número. Ou em outra incógnita (sinceramente, quando isso acontece é inútil pra mim). Queria olhar pra uma questão do ITA no meu livro e não me sentir aquele bloqueio mental quase involuntário, ITA não! Impossível. Eu fazer uma questão do ITA, sozinha? Haha.
Eu queria não gostar tanto de história e matérias humanas ao ponto de me sentir mal por tirar uma nota menor do que a máxima, e queria tipo equilibrar as coisas. Não odiar tanto uma, e não amar tanto outra.
Mas acontece que é uma coisa natural, eu não consigo não gostar de escrever, de ler, de conversar com as pessoas, argumentar, ter conversas produtivas ou não que exijam uma comunicação, um esforço. Ajudar alguém através das palavras ou fazer essa mesma pessoa rir é uma das melhores sensações. ;)
Agora matemática? O que eu aprendi desde a terceira série não vai ser útil pra minha vida, nessa matéria. As coisas deveriam ser mais direcionadas pro interesse do aluno, mas aí vem a questão de que nem tudo poderia ser cobrado. Ás vezes eu penso: O que eu tô fazendo aqui, doido? Só tem pessoas que amam matemática (tá, mentira, mas tem) e eu simplesmente não gosto. Não consigo gostar. Não vou gostar. E vou argumentar até que alguém venha e me coloque definitivamente na cabeça de que matemática só vai ser útil pra que eu passe no vestibular.
Tá aqui o meu protesto. João Neto, se tu ler isso, eu não odeio matemática por tua causa. Se tu não fosse meu professor eu ia vomitar a cada aula.
rere :D
Eu queria não gostar tanto de história e matérias humanas ao ponto de me sentir mal por tirar uma nota menor do que a máxima, e queria tipo equilibrar as coisas. Não odiar tanto uma, e não amar tanto outra.
Mas acontece que é uma coisa natural, eu não consigo não gostar de escrever, de ler, de conversar com as pessoas, argumentar, ter conversas produtivas ou não que exijam uma comunicação, um esforço. Ajudar alguém através das palavras ou fazer essa mesma pessoa rir é uma das melhores sensações. ;)
Agora matemática? O que eu aprendi desde a terceira série não vai ser útil pra minha vida, nessa matéria. As coisas deveriam ser mais direcionadas pro interesse do aluno, mas aí vem a questão de que nem tudo poderia ser cobrado. Ás vezes eu penso: O que eu tô fazendo aqui, doido? Só tem pessoas que amam matemática (tá, mentira, mas tem) e eu simplesmente não gosto. Não consigo gostar. Não vou gostar. E vou argumentar até que alguém venha e me coloque definitivamente na cabeça de que matemática só vai ser útil pra que eu passe no vestibular.
Tá aqui o meu protesto. João Neto, se tu ler isso, eu não odeio matemática por tua causa. Se tu não fosse meu professor eu ia vomitar a cada aula.
rere :D
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Continuação
- Mas depois de tudo que a gente passou... você me esquece assim, do dia pra noite? Transforma tanto tempo em nada e joga tudo na lata do lixo?
- Do dia pra noite? Tô tentando te esquecer faz muito mais tempo.
- Eu gostava da pessoa que você era. Cadê ela? Não gosto dessa nova você. Fria.
- Acho que eu tenho algumas pessoas frias ao meu redor que me ensinaram a ser assim. E a pessoa que eu era tá enterrada, acho que ela não volta tão cedo.
- Quando ela voltar, cê me avisa.
- Você que enterrou ela
- Do dia pra noite? Tô tentando te esquecer faz muito mais tempo.
- Eu gostava da pessoa que você era. Cadê ela? Não gosto dessa nova você. Fria.
- Acho que eu tenho algumas pessoas frias ao meu redor que me ensinaram a ser assim. E a pessoa que eu era tá enterrada, acho que ela não volta tão cedo.
- Quando ela voltar, cê me avisa.
- Você que enterrou ela
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Melinda, o Retorno.
- Então... você ainda me ama, ou vai guardar rancor pra sempre?
- Rancor? Essa palavra não anda comigo.
- Isso significa que você me perdoa?
- Não.
- E o que significa?
- Que eu esqueci
- Esqueceu o que eu fiz?
- Não. Esqueci você.
to be continued
- Rancor? Essa palavra não anda comigo.
- Isso significa que você me perdoa?
- Não.
- E o que significa?
- Que eu esqueci
- Esqueceu o que eu fiz?
- Não. Esqueci você.
to be continued
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Poliedro página 44
Visão, segundo o dicionário, é o sentido pelo qual se percebem a luz e as cores. Porém, as funções que os olhos exercem vão além dessa percepção. Os olhos são o espelho da alma, como diria a famosa expressão popular. E não só enxergam como choram, e podem denunciar o que não se quer dizer, ou até mesmo sorrir, talvez até mais verdadeiramente do que os lábios, que com um punhado de disposição ou simples habilidade, forjam um sorriso verdadeiro.
Esse sentido permite olhar, ver e enxergar. As três etapas da visão estão interligadas e uma depende da outra, e é extremamente difícil tentar não transparecer o que se sente quando a sensação é extrema, é preciso muito sangue frio, elemento não pertencente aos seres humanos. Por isso por vezes cada um se vê denunciado pelo próprio corpo, pelo próprio olhar. A alma só consegue ver o que está fora do corpo se existir um orifício, uma janelinha pela qual ela possa espiar á vontade o que a faz ficar por vezes feliz demais, ou o contrário.
ainda não consegui a conclusão :/
segunda-feira, 24 de março de 2008
confidências.
Um segredo não precisa ser falado no pé do ouvido de alguém pra ser um segredo. Um segredo pode ser falado bem alto, pode ser um sorriso, ou até um olhar. Principalmente um olhar. Um segredo pode sair de quem quer contá-lo sem atingir o espectador, pode chegar e não causar impacto. Pode fazer sofrer, chorar, ou não.
Aprendi que segredos são ditos espontanemente, mesmo se forem confessados numa brincadeira. Aprendi que pra eles serem revelados, nem sempre há confiança. Aprendi que os segredos nem sempre são verdadeiros. Segredos serão sempre segredos,
e olhares... serão sempre olhares.
Aprendi que segredos são ditos espontanemente, mesmo se forem confessados numa brincadeira. Aprendi que pra eles serem revelados, nem sempre há confiança. Aprendi que os segredos nem sempre são verdadeiros. Segredos serão sempre segredos,
e olhares... serão sempre olhares.
quarta-feira, 5 de março de 2008
historinha sem pé nem cabeça
Mais cedo ou mais tarde, a verdade acaba aparecendo. Ou não. Descobrir isso de uma maneira boa ou ruim é meramente uma questão de acaso, e o acaso não foi muito generoso com Mariana, pelo menos não quanto deveria ser.. Uma garotinha lá pelos seus 17 anos, terminando o ensino médio, cheia de desejos que pensava serem sonhos, vontades e mais vontades.. aspiração. Sonhava em ser uma advogada que vivesse andando pelas ruas de Nova York com aqueles terninhos muito chiques e com um copo de café com chantilly na mão, daqueles da Starbucks... e sem esquecer da maletinha do lado.
Acontece que Mariana cultivava em si mesma, sem perceber, uma paixão alimentada pelos outros, uma simples brincadeira que acabou se tornando num sentimento concreto. Sem perceber e nem se preocupar, foi atrás de seus "sonhos"...
eu tô estressada essa semana :)
Acontece que Mariana cultivava em si mesma, sem perceber, uma paixão alimentada pelos outros, uma simples brincadeira que acabou se tornando num sentimento concreto. Sem perceber e nem se preocupar, foi atrás de seus "sonhos"...
eu tô estressada essa semana :)
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