Fazia tempo que Melinda não via a vida com olhos de criança, fazia tempo que não parava pra dançar na chuva ou pra chorar assistindo novela. Fazia tempo que ela não ficava rindo do nada, ou de tudo. Há muito tempo Melinda não percebia que a felicidade está presente nas coisas mais ínfimas da vida, naqueles tempos em que só havia preocupações, dúvidas, anseios e medos. Naqueles tempos em que ela conseguia não ver mágica nenhuma em receber um telefonema inesperado de madrugada, quando ela era indiferente. É muito triste quando uma pessoa começa a assimilar a indiferença com que os outros a trataram, e começa a agir do mesmo jeito. Melinda demorou um pouco pra perceber que era a maior besteira da vida dela agir assim com as pessoas, depois de aprender que alguns não se importam, simplesmente.
Melinda começa de repente a ver o lado bom das coisas ruins, e a perceber que as armadilhas e obstáculos da vida podem fazê-la mais forte, mais segura, mais madura.
Cansou de pretensões, de falsidade, de aparências (falsas ou não), de fachadas e tudo mais; só que ao mesmo tempo é como se não se importasse com as pessoas que vivem de aparências. Vai deixar elas descobrirem mais tarde que um dia, máscaras caem e a inveja não serve pra nada, a não ser como uma coisa auto-destrutiva.
Melinda quer se valorizar e ser valorizada, until the sun no longer shines ;)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
M.

Lacos nao muito fortes nos acompanharam por um bom tempo. Tanto tempo que conseguimos nao lembrar uma da outra ao olhar fotos, e ouvir historias contadas por nossos pais. Uma era dois anos mais nova, e a outra (obviamente dois anos mais velha) levava uma rotina parecida com a outra, de certa forma.
Por obra do destino ou nao, a mais novinha foi parar em sua sala na quarta série, quando esses lacos estavam ainda sendo consolidados. E até hoje é assim, um laco consolidado de melhor amiga.
E estao grudadas mesmo que nao queiram, porque os lacos invisiveis sao os lacos mais confiaveis.
(desculpa a falta de acentos, to num laptop)
quarta-feira, 11 de junho de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
after all these months
- Alô?
- Oi.. tá horrível a ligação, não tô ouvindo direito.
- Eu só queria te dizer uma coisa
- Tá cortando, você tá num túnel ou algo parecido?
- Eu tô do outro lado do mundo, esqueceu?
- AH! OI! Pensei que fosse outra pessoa. Desculpa!
- Tudo bem.. olha, eu não tenho muito crédito, então se eu desligar é porque ele acabou.
- Relaxa... O que faz você ligar a uma hora dessas?
- Ah, queria ouvir sua voz, saber da sua vida, o que você anda fazendo.
- Depois de tantos meses, né? Tá tudo bem, as coisas andam mudando pouco por aqui.
- É que eu venho criando coragem pra te ligar
- O quê?
- Venho criando coragem pra te ligar e dizer que...
- Dizer o que? Aconteceu alguma coisa?
- Nada, é só que
tu tu tu tu tu (...)
- Alô? Alô?
- Oi.. tá horrível a ligação, não tô ouvindo direito.
- Eu só queria te dizer uma coisa
- Tá cortando, você tá num túnel ou algo parecido?
- Eu tô do outro lado do mundo, esqueceu?
- AH! OI! Pensei que fosse outra pessoa. Desculpa!
- Tudo bem.. olha, eu não tenho muito crédito, então se eu desligar é porque ele acabou.
- Relaxa... O que faz você ligar a uma hora dessas?
- Ah, queria ouvir sua voz, saber da sua vida, o que você anda fazendo.
- Depois de tantos meses, né? Tá tudo bem, as coisas andam mudando pouco por aqui.
- É que eu venho criando coragem pra te ligar
- O quê?
- Venho criando coragem pra te ligar e dizer que...
- Dizer o que? Aconteceu alguma coisa?
- Nada, é só que
tu tu tu tu tu (...)
- Alô? Alô?
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Consequências a Longo Prazo
A pena de morte (ou pena capital) é entendida pela execução de um indivíduo a partir de determinado tipo de crime cometido pelo mesmo. Nos casos mais usuais, a punição se dá por crimes como o homicídio, estupro, traições por guerra etc.
A nível de conceito, não é previsto que alguns países possam distorcer esta lei, aplicando-a em casos tidos como “comuns”: contrabando, evasão fiscal e pena de morte aplicada a menores de idade. Como exemplo deste último tem-se o caso de Makwan Moloudzadeh, que foi executado em dezembro de 2007 no Irão, aos 21 anos de idade, por ter tido uma relação homossexual quanto tinha apenas 13 anos.
A Anistia Internacional (AI) denunciou também no ano passado a condenação de 28 cidadãos que foram executados no Iraque sem terem tido direito a um julgamento prévio. A AI alega que é necessária uma divulgação dos números de execuções, para que sejam possíveis algumas constatações: O indivíduo teve direito à defesa? O julgamento englobou todas as minúcias requeridas pela investigação ? Qual foi o crime?
Em se tratando de casos não divulgados, a China é o país que mais condena e executa, com 470 casos registrados em 2007. Dos dez países onde a pena de morte é mais presente, somente os Estados Unidos e o Afeganistão divulgam os números verdadeiros, enquanto nos outros países ocorre a execução sem registros oficiais.
O que é previsto pela decretação da lei capital é que a violência de um país possa vir a diminuir através da mesma, o que não acontece e existem exemplos práticos que podem comprovar, como o Iraque, onde uma lei drástica não age em termos de diminuição da violência.
É preciso uma grande articulação e uma forma de pensar que ultrapasse e consiga enxergar além de uma grande vontade de prosperidade mundial, pois somente com uma visão que estenda conseqüências a longo prazo pode-se tentar solucionar, ou até mesmo consertar casos que confirmam a fragilidade da vida e a falta de respeito do homem em relação a ele mesmo, já que é primordial a percepção de que todos são iguais, como diz a própria Constituição Brasileira.
Aqueeeele texto de produção textual, aeiuhiueh. Sujeito a alterações, mas não tão drásticas.
A nível de conceito, não é previsto que alguns países possam distorcer esta lei, aplicando-a em casos tidos como “comuns”: contrabando, evasão fiscal e pena de morte aplicada a menores de idade. Como exemplo deste último tem-se o caso de Makwan Moloudzadeh, que foi executado em dezembro de 2007 no Irão, aos 21 anos de idade, por ter tido uma relação homossexual quanto tinha apenas 13 anos.
A Anistia Internacional (AI) denunciou também no ano passado a condenação de 28 cidadãos que foram executados no Iraque sem terem tido direito a um julgamento prévio. A AI alega que é necessária uma divulgação dos números de execuções, para que sejam possíveis algumas constatações: O indivíduo teve direito à defesa? O julgamento englobou todas as minúcias requeridas pela investigação ? Qual foi o crime?
Em se tratando de casos não divulgados, a China é o país que mais condena e executa, com 470 casos registrados em 2007. Dos dez países onde a pena de morte é mais presente, somente os Estados Unidos e o Afeganistão divulgam os números verdadeiros, enquanto nos outros países ocorre a execução sem registros oficiais.
O que é previsto pela decretação da lei capital é que a violência de um país possa vir a diminuir através da mesma, o que não acontece e existem exemplos práticos que podem comprovar, como o Iraque, onde uma lei drástica não age em termos de diminuição da violência.
É preciso uma grande articulação e uma forma de pensar que ultrapasse e consiga enxergar além de uma grande vontade de prosperidade mundial, pois somente com uma visão que estenda conseqüências a longo prazo pode-se tentar solucionar, ou até mesmo consertar casos que confirmam a fragilidade da vida e a falta de respeito do homem em relação a ele mesmo, já que é primordial a percepção de que todos são iguais, como diz a própria Constituição Brasileira.
Aqueeeele texto de produção textual, aeiuhiueh. Sujeito a alterações, mas não tão drásticas.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Eu queria...
Eu queria ser boa em Matemática. Queria dominar os números, olhar logaritmos, cilindros, módulo, fórmulas e transformar um problema aparentemente impossível num número. Ou em outra incógnita (sinceramente, quando isso acontece é inútil pra mim). Queria olhar pra uma questão do ITA no meu livro e não me sentir aquele bloqueio mental quase involuntário, ITA não! Impossível. Eu fazer uma questão do ITA, sozinha? Haha.
Eu queria não gostar tanto de história e matérias humanas ao ponto de me sentir mal por tirar uma nota menor do que a máxima, e queria tipo equilibrar as coisas. Não odiar tanto uma, e não amar tanto outra.
Mas acontece que é uma coisa natural, eu não consigo não gostar de escrever, de ler, de conversar com as pessoas, argumentar, ter conversas produtivas ou não que exijam uma comunicação, um esforço. Ajudar alguém através das palavras ou fazer essa mesma pessoa rir é uma das melhores sensações. ;)
Agora matemática? O que eu aprendi desde a terceira série não vai ser útil pra minha vida, nessa matéria. As coisas deveriam ser mais direcionadas pro interesse do aluno, mas aí vem a questão de que nem tudo poderia ser cobrado. Ás vezes eu penso: O que eu tô fazendo aqui, doido? Só tem pessoas que amam matemática (tá, mentira, mas tem) e eu simplesmente não gosto. Não consigo gostar. Não vou gostar. E vou argumentar até que alguém venha e me coloque definitivamente na cabeça de que matemática só vai ser útil pra que eu passe no vestibular.
Tá aqui o meu protesto. João Neto, se tu ler isso, eu não odeio matemática por tua causa. Se tu não fosse meu professor eu ia vomitar a cada aula.
rere :D
Eu queria não gostar tanto de história e matérias humanas ao ponto de me sentir mal por tirar uma nota menor do que a máxima, e queria tipo equilibrar as coisas. Não odiar tanto uma, e não amar tanto outra.
Mas acontece que é uma coisa natural, eu não consigo não gostar de escrever, de ler, de conversar com as pessoas, argumentar, ter conversas produtivas ou não que exijam uma comunicação, um esforço. Ajudar alguém através das palavras ou fazer essa mesma pessoa rir é uma das melhores sensações. ;)
Agora matemática? O que eu aprendi desde a terceira série não vai ser útil pra minha vida, nessa matéria. As coisas deveriam ser mais direcionadas pro interesse do aluno, mas aí vem a questão de que nem tudo poderia ser cobrado. Ás vezes eu penso: O que eu tô fazendo aqui, doido? Só tem pessoas que amam matemática (tá, mentira, mas tem) e eu simplesmente não gosto. Não consigo gostar. Não vou gostar. E vou argumentar até que alguém venha e me coloque definitivamente na cabeça de que matemática só vai ser útil pra que eu passe no vestibular.
Tá aqui o meu protesto. João Neto, se tu ler isso, eu não odeio matemática por tua causa. Se tu não fosse meu professor eu ia vomitar a cada aula.
rere :D
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