segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Início

Um início (ainda mais um desses bastante sonhados) é sempre empolgante. A realidade vem e tenta nos lembrar que nada é perfeito, mas tudo tem seu devido valor. Uma fase nova é momento de amadurecimento, renovação, consolidação de personalidade. Conviver com novas pessoas é enriquecedor. Voltar a se sentir completo é inspirador. O que fazer quando a vida tenta te mostrar que as coisas vão dar errado? Acreditar? Uma coisa que aprendi REALMENTE na semana que se passou: não posso deixar os obstáculos me desanimarem. Muitos queriam estar no meu lugar. Temos que fazer valer a pena cada segundo, cada dia. Temos que viver por nossos ideiais, pelo nosso sonho (que já começa a ser realidade). O mundo não espera, o tempo não para pra nós virarmos adultos. Já somos adultos, viramos adultos na marra. O desafio é tirar o máximo de proveito disso tudo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

65 dias.

Só volto a escrever nesse blog quando tiver coisas novas pra dizer.
Beijos :)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Às vezes,

Quase sempre, a dúvida permeia a maioria das decisões. Melinda nunca foi uma pessoa paciente, e de repente ter que esperar pacientemente por algo tão intensamente desejado e esperado é frustrante. Pelo menos até agora não perdeu o encanto, quem sabe esperar por tanto tempo só vai empolgar ainda mais uma alma louca para estudar, aprender, ser uma boa profissional.
Em relação a outras àreas, Melinda se vê numa situação nova e meio amedrontadora também. Quer reaver a firmeza que parece ter perdido. Já lhe foi dito que ela é forte na vida, mas que em relacionamentos, perde essa força. Será mesmo? Ou é mesmo amor que faz as pessoas parecerem ser fracas?
Não agrada essa história de se entregar pela metade, ser técnico ou qualquer outro termo usado recentemente de maneira displicente e racional. Pra quê isso?
Chegou a hora de cuidar de si mesma. A hora já está esperando há tempos, mas Melinda demora pra perceber as coisas.
Muito amor, muita espera, muita ansiedade. Nada que esteja entre 8 e 80. Será que é possível mudar isso?
Preciso escrever mais, talvez escrever possa libertar minha amiguinha um pouco mais. Odeio quando não consigo me expressar e fico parecendo melodramática.
Melinda já está acostumada com isso de ser uma pessoa densa e se preocupar demais com os outros, querer ser a melhor amiga, filha, estudante, namorada. Sempre foi assim, pelo menos nas pretensões idealistas.
Será que uma veia de egoísmo está surgindo agora? Será que Melinda muda assim? Improvável.
Ela só quer o de sempre, mas o de sempre sempre muda.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Hope.

Eu vou fazer essa fase ser a melhor da minha vida. Time, be my friend. (yn)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Honey

You should know that I could never go on without you.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Saudade

"Saudade se esquece muito fácil quando se lembra de dedicação sem retribuição". Será mesmo? O Amor (o universal, metafísico, usado com letra maiúscula por Álvaro de Campos) faz questão de nos humilhar. Esquece-se amor próprio, orgulho... o estado de desespero não mede as consequências de certas atitudes impulsivas.
Atualmente encontro-me num estado de saudade desesperada. Depois de 18 dias, meu coração bate um pouco mais devagar. O que me conforta é saber que daqui a algum tempo, terei tudo de novo. Mas uma mente tão densa não se contenta com essa volta distante. Ela ainda prefere se martirizar e dar lugar a pensamentos ruins. Espero que não demore muito.
Quem diria, Melinda.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A questão é: será que dependemos de alguém para estarmos tristes ou felizes?
Há vezes em que escutamos que só nos entristece aquele que permitimos fazê-lo. Por outro lado, o ser humano diz-se ao mesmo tempo sociável por natureza, destinado a viver em grupo. Não poderia essa vivência, essa interação tornar-se tão íntima ao ponto de afetar nossas emoções, sentimentos, entusiasmo perante a vida? É claro que sim. Pessoas demasiado auto-suficientes geralmente escondem um medo, um trauma sofrido ou um simples e totalmente compreensível receio de sofrer por alguém.
Pavor de deixar essa(s) pessoa(s) influenciarem suas vidas em tão profunda escala. Tal auto-suficiência pode ser adquirida por experiência própria ou presenciada ou por pura precaução. Contudo, não há dúvida de que não controlamos 100% de nossos pensamentos e até atitudes. Cuidado para não fazer questão de esbanjar um "amor-próprio" fingido, exagerado, pode até soar patético aos ouvidos de corações mais experientes e avisados. Avisados de que o amor é um risco que simplesmente vale a pena correr. Basta ter um bom discernimento para decidir por quem vale a pena derramar suas lágrimas...
Afinal, geralmente as pessoas que mais amamos na vida são as mesmas com as quais mais nos desentendemos. Explicação? Talvez mania de querer mudá-las ou adaptá-las. Nos esquecemos que a amamos por ser exatamente quem são, aceitando-as sem um motivo.
No fim (ou no meio do caminho, se for mais sortudo) você percebe que não dá certo. Ao invés de adaptar alguém a você, você resolve adaptar a si mesmo. Parece mas fácil. Escolha por quem sofrer e por quem adaptar-se. Cuidado, não faça isso pelo primeiro que vier.
Don't play cheap with your heart, afinal você só tem um, e o amor-próprio (O VERDADEIRO) ainda existe... e tem que ser recíproco.
;)