quinta-feira, 29 de julho de 2010

Hope.

Eu vou fazer essa fase ser a melhor da minha vida. Time, be my friend. (yn)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Honey

You should know that I could never go on without you.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Saudade

"Saudade se esquece muito fácil quando se lembra de dedicação sem retribuição". Será mesmo? O Amor (o universal, metafísico, usado com letra maiúscula por Álvaro de Campos) faz questão de nos humilhar. Esquece-se amor próprio, orgulho... o estado de desespero não mede as consequências de certas atitudes impulsivas.
Atualmente encontro-me num estado de saudade desesperada. Depois de 18 dias, meu coração bate um pouco mais devagar. O que me conforta é saber que daqui a algum tempo, terei tudo de novo. Mas uma mente tão densa não se contenta com essa volta distante. Ela ainda prefere se martirizar e dar lugar a pensamentos ruins. Espero que não demore muito.
Quem diria, Melinda.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A questão é: será que dependemos de alguém para estarmos tristes ou felizes?
Há vezes em que escutamos que só nos entristece aquele que permitimos fazê-lo. Por outro lado, o ser humano diz-se ao mesmo tempo sociável por natureza, destinado a viver em grupo. Não poderia essa vivência, essa interação tornar-se tão íntima ao ponto de afetar nossas emoções, sentimentos, entusiasmo perante a vida? É claro que sim. Pessoas demasiado auto-suficientes geralmente escondem um medo, um trauma sofrido ou um simples e totalmente compreensível receio de sofrer por alguém.
Pavor de deixar essa(s) pessoa(s) influenciarem suas vidas em tão profunda escala. Tal auto-suficiência pode ser adquirida por experiência própria ou presenciada ou por pura precaução. Contudo, não há dúvida de que não controlamos 100% de nossos pensamentos e até atitudes. Cuidado para não fazer questão de esbanjar um "amor-próprio" fingido, exagerado, pode até soar patético aos ouvidos de corações mais experientes e avisados. Avisados de que o amor é um risco que simplesmente vale a pena correr. Basta ter um bom discernimento para decidir por quem vale a pena derramar suas lágrimas...
Afinal, geralmente as pessoas que mais amamos na vida são as mesmas com as quais mais nos desentendemos. Explicação? Talvez mania de querer mudá-las ou adaptá-las. Nos esquecemos que a amamos por ser exatamente quem são, aceitando-as sem um motivo.
No fim (ou no meio do caminho, se for mais sortudo) você percebe que não dá certo. Ao invés de adaptar alguém a você, você resolve adaptar a si mesmo. Parece mas fácil. Escolha por quem sofrer e por quem adaptar-se. Cuidado, não faça isso pelo primeiro que vier.
Don't play cheap with your heart, afinal você só tem um, e o amor-próprio (O VERDADEIRO) ainda existe... e tem que ser recíproco.
;)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

More than words

Dizem que a amizade e' o amor sem asas. Dizem tambem que nao escolhemos a familia, mas escolhemos os amigos. Bem, a amizade e' sem duvida um sentimento necessario pra uma vida saudavel, porem quando "so" se tem amigos, falta algo. Amigos podem saber de quase tudo, mas nao tanto quanto a familia. E amigos nao podem suprir o espaco requerido por um amor.
Melinda preferia sempre fingir que nao precisava de um romance assim, que se sentia cheia por dentro e que nao sentia inveja quando passava por casais saltitantes e felizes andando e conversando conversas preenchidas por risinhos e cochichos. Gostava de se fazer de durona. Quando menos esperava, apareceu um velho e sempre presente garoto que sempre quis faze-la feliz, e mesmo com esse jogo duro, nao desistiu da ideia. Que bom pra ela. Talvez 6 meses seja pouco tempo pra dizer alguma coisa, mas pra quem sente, palavras chegam a ser desnecessarias. Talvez a melhor saida seja viver o presente, sabendo que se algum dia essa sensacao virar somente uma lembranca, sera uma lembranca boa. So que ter uma lembranca enquanto ja se teve uma experiencia pode ser frustrante. Talvez o melhor seja nem pensar nisso. Talvez o melhor seja se entregar e deixar pensar que realmente vai ser eterno. Ao menos esta sendo eterno agora.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

2010

Um ano que termina com 10 só pode ser bom. A primeira década do século XXI já está se despedindo... E a vida traz várias transformações consigo. Mudanças na rotina, principalmente. Não adianta: é só quando saímos da escola que dá pra perceber MESMO que acabou. Quantas vezes não ficamos contando os minutos pra ir pro intervalo, pra ir pra casa almoçar 2 horas da tarde... Quantas vezes enjoamos dos professores (todos!) e juramos que não iríamos sentir a menor falta de chegar numa segunda-feira e ter que assistir a dois horários de Química Orgânica. Ô beleza. E sabe o que é mais engraçado? Faz falta sim, e MUITA. Da convivência principalmente.
Mas como a vida é eternamente efêmera, o jeito é passar pelas mudanças da melhor forma. Agora os sentimentos que imperam são empolgação e ansiedade, uma ansiedade boa que faz brilhar os olhos que sempre quiseram ver o nome da dona na lista de aprovados no curso de Direito - Bachalerado.
Que bom que as noites e os choros meio dramáticos valeram a pena. Plageando um colega de curso, espero fazer direito.

sábado, 20 de junho de 2009

melinda, o retorno

Por incrível que pareça, ás vezes tudo que se precisa pra melhorar a rotina e sair da mesmice diária é um joguinho. Qualquer tipo de joguinho, de preferência entre pessoas. Melinda concorda, e adora sair por cima de qualquer situaçãozinha do dia. O que acontece é que os homens também gostam de se sair por cima, pra contar vantagem. No caso, o lado frio e sério de Melinda ás vezes causa efeitos. Bons ou não. Grandes ou pequenos, temporários ou nem tanto assim.