sábado, 20 de junho de 2009
melinda, o retorno
Por incrível que pareça, ás vezes tudo que se precisa pra melhorar a rotina e sair da mesmice diária é um joguinho. Qualquer tipo de joguinho, de preferência entre pessoas. Melinda concorda, e adora sair por cima de qualquer situaçãozinha do dia. O que acontece é que os homens também gostam de se sair por cima, pra contar vantagem. No caso, o lado frio e sério de Melinda ás vezes causa efeitos. Bons ou não. Grandes ou pequenos, temporários ou nem tanto assim.
terça-feira, 28 de abril de 2009
estresse e ansiedade
O último ano. Ou vai ou racha. Se passar na federal, ótimo. Muita alegria, amigos e churrasco felizes, mas... e se não passar? Tudo bem. Calma. Vestibular tem todo ano, é só dar o seu máximo. Nada de desespero, nada de choro. Parece simples como mais uma das fórmulas que se aprende numa aula sonolenta de quarta-feira, como se z fosse igual a a+bi. Mas para 100% dos casos, não é tão simples assim.
Ainda mais quando o terceiro ano vem cheio de mudanças mais drásticas do que o planejado, uma mudança de escola, ou até de sala, você se sente fora do ninho. Cadê aquelas pessoas que tavam comigo todos os dias até ontem? Agora viraram só lembranças? Não. Ainda estão presentes no coração, nas fotos, nos finais de semana, nas ligações semanais ou diárias e de vez em quando numa mensagem de texto inesperada, vista rapidamente com um sorriso no rosto. E aí vem a lembrança de que o tempo passa muito rápido, e de que amanhã, passando ou não, é dessas pessoas do dia-a-dia atual que você vai sentir saudade. A vida é assim: as pessoas vão aparecendo e indo embora, resta ao destino (ou pra quem acredita, em acaso, tarô, sei lá) definir quais vão permanecer e como vão permanecer. É tudo muito intenso e muito imenso, os dias realmente não voltam e finalmente a ficha vai caindo... o que eu pretendo fazer com a miha vida daqui a alguns meses? Bem, eu pretendo passar. Eu quero passar, preciso passar. É como dizem por aí... ou vai ou racha.
Ainda mais quando o terceiro ano vem cheio de mudanças mais drásticas do que o planejado, uma mudança de escola, ou até de sala, você se sente fora do ninho. Cadê aquelas pessoas que tavam comigo todos os dias até ontem? Agora viraram só lembranças? Não. Ainda estão presentes no coração, nas fotos, nos finais de semana, nas ligações semanais ou diárias e de vez em quando numa mensagem de texto inesperada, vista rapidamente com um sorriso no rosto. E aí vem a lembrança de que o tempo passa muito rápido, e de que amanhã, passando ou não, é dessas pessoas do dia-a-dia atual que você vai sentir saudade. A vida é assim: as pessoas vão aparecendo e indo embora, resta ao destino (ou pra quem acredita, em acaso, tarô, sei lá) definir quais vão permanecer e como vão permanecer. É tudo muito intenso e muito imenso, os dias realmente não voltam e finalmente a ficha vai caindo... o que eu pretendo fazer com a miha vida daqui a alguns meses? Bem, eu pretendo passar. Eu quero passar, preciso passar. É como dizem por aí... ou vai ou racha.
sábado, 29 de novembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
.
Fazia tempo que Melinda não via a vida com olhos de criança, fazia tempo que não parava pra dançar na chuva ou pra chorar assistindo novela. Fazia tempo que ela não ficava rindo do nada, ou de tudo. Há muito tempo Melinda não percebia que a felicidade está presente nas coisas mais ínfimas da vida, naqueles tempos em que só havia preocupações, dúvidas, anseios e medos. Naqueles tempos em que ela conseguia não ver mágica nenhuma em receber um telefonema inesperado de madrugada, quando ela era indiferente. É muito triste quando uma pessoa começa a assimilar a indiferença com que os outros a trataram, e começa a agir do mesmo jeito. Melinda demorou um pouco pra perceber que era a maior besteira da vida dela agir assim com as pessoas, depois de aprender que alguns não se importam, simplesmente.
Melinda começa de repente a ver o lado bom das coisas ruins, e a perceber que as armadilhas e obstáculos da vida podem fazê-la mais forte, mais segura, mais madura.
Cansou de pretensões, de falsidade, de aparências (falsas ou não), de fachadas e tudo mais; só que ao mesmo tempo é como se não se importasse com as pessoas que vivem de aparências. Vai deixar elas descobrirem mais tarde que um dia, máscaras caem e a inveja não serve pra nada, a não ser como uma coisa auto-destrutiva.
Melinda quer se valorizar e ser valorizada, until the sun no longer shines ;)
Melinda começa de repente a ver o lado bom das coisas ruins, e a perceber que as armadilhas e obstáculos da vida podem fazê-la mais forte, mais segura, mais madura.
Cansou de pretensões, de falsidade, de aparências (falsas ou não), de fachadas e tudo mais; só que ao mesmo tempo é como se não se importasse com as pessoas que vivem de aparências. Vai deixar elas descobrirem mais tarde que um dia, máscaras caem e a inveja não serve pra nada, a não ser como uma coisa auto-destrutiva.
Melinda quer se valorizar e ser valorizada, until the sun no longer shines ;)
sábado, 28 de junho de 2008
M.

Lacos nao muito fortes nos acompanharam por um bom tempo. Tanto tempo que conseguimos nao lembrar uma da outra ao olhar fotos, e ouvir historias contadas por nossos pais. Uma era dois anos mais nova, e a outra (obviamente dois anos mais velha) levava uma rotina parecida com a outra, de certa forma.
Por obra do destino ou nao, a mais novinha foi parar em sua sala na quarta série, quando esses lacos estavam ainda sendo consolidados. E até hoje é assim, um laco consolidado de melhor amiga.
E estao grudadas mesmo que nao queiram, porque os lacos invisiveis sao os lacos mais confiaveis.
(desculpa a falta de acentos, to num laptop)
quarta-feira, 11 de junho de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
after all these months
- Alô?
- Oi.. tá horrível a ligação, não tô ouvindo direito.
- Eu só queria te dizer uma coisa
- Tá cortando, você tá num túnel ou algo parecido?
- Eu tô do outro lado do mundo, esqueceu?
- AH! OI! Pensei que fosse outra pessoa. Desculpa!
- Tudo bem.. olha, eu não tenho muito crédito, então se eu desligar é porque ele acabou.
- Relaxa... O que faz você ligar a uma hora dessas?
- Ah, queria ouvir sua voz, saber da sua vida, o que você anda fazendo.
- Depois de tantos meses, né? Tá tudo bem, as coisas andam mudando pouco por aqui.
- É que eu venho criando coragem pra te ligar
- O quê?
- Venho criando coragem pra te ligar e dizer que...
- Dizer o que? Aconteceu alguma coisa?
- Nada, é só que
tu tu tu tu tu (...)
- Alô? Alô?
- Oi.. tá horrível a ligação, não tô ouvindo direito.
- Eu só queria te dizer uma coisa
- Tá cortando, você tá num túnel ou algo parecido?
- Eu tô do outro lado do mundo, esqueceu?
- AH! OI! Pensei que fosse outra pessoa. Desculpa!
- Tudo bem.. olha, eu não tenho muito crédito, então se eu desligar é porque ele acabou.
- Relaxa... O que faz você ligar a uma hora dessas?
- Ah, queria ouvir sua voz, saber da sua vida, o que você anda fazendo.
- Depois de tantos meses, né? Tá tudo bem, as coisas andam mudando pouco por aqui.
- É que eu venho criando coragem pra te ligar
- O quê?
- Venho criando coragem pra te ligar e dizer que...
- Dizer o que? Aconteceu alguma coisa?
- Nada, é só que
tu tu tu tu tu (...)
- Alô? Alô?
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